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Espírito da Árvore


Uma árvore pode ser considerada tendo uma alma, porque uma porção da onda vital proveniente da mônada a penetra e evolui através de sua encarnação nela; sua evolução é estimulada quando um espírito da natureza se encarrega de uma árvore.

O primeiro efeito é o estímulo da responsividade na consciência sonhadora da árvore. As brilhantes coruscações da aura do espírito da natureza atuam continuamente sobre a consciência da árvore, forçando-a, no curso do tempo, a uma tosca e fraca reprodução dentro de si mesma destas vibrações. A verdadeira sensibilidade da árvore física a impactos externos aumenta, e com isso aumenta a resposta da sua consciência a estes impactos.

O espírito da natureza, sendo muito mais evoluído, parece também agir como elo, ou canal, para energias de níveis superiores de consciência, e assim preenche uma função que é um pálido reflexo daquilo que o Ego é no homem, ou seja, uma lente, um foco, ou canal, entre o espírito e a matéria. Isto é possível para o espírito da natureza porque ele já adquiriu considerável medida de autoconsciência desperta, que é o fator essencial.
Pode ser dito que cada alma-grupo vegetal está sob responsabilidade de um deva avançado, sob quem atuam os espíritos da natureza.

Este sistema hierárquico está em operação em todo o esquema de evolução dévica até as fadas e os construtores de formas que atuam no reino vegetal, estando o todo sob o controle do deva da alma-grupo. Ele, por sua vez, serve e obedece a algum grande arcanjo de nosso reino vegetal terráqueo, o qual, conhecendo o plano na mente do Logos, transmite suas instruções através do vários graus, até mesmo às menores criaturas etéricas que constróem e animam a estrutura material.

Pode ser que o trabalho do espírito da natureza sobre uma árvore por um longo período de tempo seja um sacrifício, e constitua um meio de evolução mais rápido, uma senda de serviço, de fato. Este, como todo verdadeiro sacrifício, não causa nenhuma dor real, embora um senso de limitação possa estar presente nos planos inferiores. Passando a residir em uma árvore, o espírito da natureza parece unir-se a toda a vida celular da árvore, tornando assim homogêneo o que era antes heterogêneo; pode, portanto, ser considerado como uma expressão da alma da árvore, embora ao mesmo tempo seja uma entidade separada.

Disto veremos quão íntima é a relação entre espírito da natureza e árvore, e como a evolução de ambos é acelerada por esta estreita 'função Pitri' (Pitri, pai, antepassado, os progenitores ou formadores dos princípios inferiores - duplo etérico, prana, corpo astral e manas inferior - utilizados pelo homem verdadeiro, a Mônada reencarnante, em sua evolução).

Possivelmente por ocasião da morte de uma árvore destas, seja pela sua idade ou pelo machado humano, o espírito da natureza, livre de sua associação, carrega consigo os resultados evolucionários da vida da árvore e fornece condições nas quais um processo de gestação pode ter lugar, debilmente correspondendo àqueles da consciência devachânica e causal humanas.

Se o produto final da experiência é difundido através de toda a alma-grupo vegetal ou é conservado, e reencarna com o mesmo espírito da natureza em serviço, não sou capaz de dizer, embora eu imagine que a última opção seja uma possibilidade nos casos de consciência vegetal altamente avançada. Admiraria se um espírito da natureza pudesse não querer acompanhar a alma-embrião até completamente dentro do reino animal, e mesmo até o humano. Não sabemos o quão longe nossa relação com o reino dos espíritos da natureza pode ser traçada.

rodrigoromo.com.br
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