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Faunos e Sátiros


Fauno

Em Roma a figura mitológica dos Sátiros era associada aos Faunos, divindades agrícolas, que tiveram a sua origem em Fauno, deus agrícola e da fecundidade. Assim como o Sileno grego, Fauno tem o dom da profecia, mas só as revela quando capturado e amarrado. Diversas versões identificam como sendo filho de Marte, outras fazem-no filho de Pico.

Fauno era venerado pelos romanos em um templo construído no monte Palatino. Nas venerações recebia o nome de Luperco. Suas festas, as Lupercálias, eram celebradas em fevereiro, tendo um caráter de purificação. No ritual eram feitos sacrifícios de cabras e bodes. Imolados os animais, o sacerdote passava a faca suja de sangue na fronte de dois jovens, em seguida lavava-lhes com leite as manchas de sangue, completando a purificação.


Os sacerdotes de Fauno vestiam-se apenas com uma pele de cabra, ou outras vezes, apresentavam-se completamente nus durante os cultos. Fauno não admitia pessoas vestidas na sua presença desde o dia que confundira Hércules e Ônfale. A lenda conta que, apaixonado por Ônfale, amante de Hércules, Fauno esperou que o casal adormecesse e adentrou o quarto escuro onde estavam. Sabia que Hércules trazia vestido sobre o corpo uma pele de leão, e Ônfale uma fina túnica. No escuro procurou o corpo que trazia a túnica e tentou possuí-lo, mas os amantes em uma brincadeira sutil, tinham trocado as roupas. Na confusão, Fauno enganara-se, deitando-se ao lado de Hércules, que despertou bruscamente, atirando-o da cama ao chão. Ao perceber o logro, Fauno sentiu grande vergonha, sendo motivo de escárnio diante dos amantes e dos deuses, que se riram do ardil. Desde então, segundo a tradição da lenda, Fauno, para evitar que se enganasse, não admitia aos sacerdotes que se lhe pusessem à frente vestidos.
Os Faunos herdaram do pai o dom da profecia.

São divindades campestres semelhantes aos Sátiros gregos, sendo menos brutais e repulsivos em suas conquistas amorosas. Dividem com os Silvanos, divindades campestres como eles, que diferem apenas por preferirem morar nos bosques, sem nunca visitarem os trigais. Os Silvanos são descendentes de Silvano, a mais popular divindade agrícola romana. Assim como as divindades gregas, com o tempo foram esquecidas pelo povo que as criou.


Sátiro

Os Sátiros têm a sua origem em duas versões mitológicas: a primeira é que seriam filhos de Hermes (Mercúrio) e de Iftiméia, outros autores atribuem a paternidade ao deus do vinho, Dioniso, com a ninfa Nicéia. São seres que trazem traços de homem e de bode. São caracterizados com uma bestialidade arrebatadora, como gênios preguiçosos, covardes e movidos por uma sensualidade que lhe dão uma sexualidade sempre em ebulição, à flor da pele. Gostam de aterrorizar os pastores e os viajantes, mas, ao mesmo tempo, protege-os das feras dos bosques, assim como protegem os seus rebanhos.


A permanente sensualidade dos Sátiros revela-lhes uma vigorosa forma física. Seu apetite sexual é insaciável, assim como a voracidade que sentem em relação ao vinho e à embriaguez. 

Com o tempo há uma mudança na descrição destas entidades, que passam a ser descritos como dóceis, maliciosos e travessos, amantes da dança e da música. Esta nova imagem conserva-lhes as orelhas pontiagudas, os pequenos chifres e os pés caprinos. São eternos perseguidores das Dríades (Ninfas das árvores, em geral) e das Hamadríades (Ninfas dos carvalhos).

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